P2016-009-A – “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos (Parte 1 de 2)

Primeira parte da análise sobre o livro “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos.

Ficha técnica – “Vidas secas” – 1938 – Graciliano Ramos.

(Parte 1)

P2016-009-A

 

Edição

73ª edição. Editora Record.

 

Apresentação, produção e edição

Luciene Teixeira.

Leobaldo Prado.

Estéfani Martins.

 

Convidados especiais

Bruno Curcino, professor de Literatura.

Cirlei Garcia, professora de Literatura.

 

Presenças ilustres

Laura, Júlia, Larissa e Monique.

 

Músicas

 

1 – Maria Bethânia – “Maria Bethânia” – 1965 – “Carcará”.

2 – Cordel do Fogo Encantado – “Cordel do Fogo encantado” – 2001 – “Os Oim do Meu Amor”.

3 – Ednardo – “O romance do pavão mysteriozo” – 1974 – “A palo seco”.

4 – Sivuca – “Sivuca Sinfônico” – 2007 – “João e Maria”.

5 – Orquestra Armorial – “Gavião” – 1976 – “Aboio Esporiado”.

6 – Banda de Pau e corda – “Vivência(1973) e Redenção(1974)” – Série 2 em 1 – “A seca chegou”.

7 – Cabruêra – “Sons da Paraíba” – 2008 – “Chuva Chovendo”.

8 – Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco – 1984 – “Terra Nova”.

9 – Luiz Gonzaga – Trila sonora do filme “Nordeste sangrento”, inspirado no livro “Os sertões” de Euclides da Cunha – 1963 – “Nordeste Sangrento”.

10 – Fim de feira – “A revolução dos pebas” – 2008 – “Estradas e Retirantes”.

11 – Infierno – “Infierno” – 2001 – “Construção”.

12 – Dibigode – “Naturais e idênticos ao natural” – 2010 – “Desfiladeiro”.

13 – Orquestra de Cordas dedilhadas de Pernambuco – 1984 – “Lamento nordestino”.

14 – Trilha sonora do filme “Baile Perfumado” – 1996 – “Salustiano Song” (instrumental).

15 – Lenine – “Falange Canibal” -2002 – “O silêncio das estrelas”.

16 – Alceu Valença e Geraldo Azevedo – “Quadrafônico” – 1972 – “Novena”.

17 – Zé Ramalho – “A peleja do Diabo com o dono do céu” – 1979 – “Admirável gado novo”.

 

Textos adicionais

Texto introdutório – “Sobre a secura da vida e do governo” – autoria e locução – Leobaldo Prado.

 

Referências teóricas

1 – “Caetés” – Graciliano Ramos.

2 – Sobre os relatórios de Graciliano Ramos quando prefeito de Palmeira dos índios.

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/conteudo-complementar/relatorio-da-prefeitura-municipal-de-palmeira-dos-indios-1930

3 – “Memórias do cárcere” – Graciliano Ramos.

4 – Antônio Candido – Sobre os 75 anos de “Angústia” de Graciliano Ramos.

https://www.youtube.com/watch?v=p3r-dY-0Ows

5 – “A peste” – Camus (Trad. Graciliano Ramos).

http://graciliano.com.br/site/obra/a-peste-1950/

6 – Fiodor Mikhailovich Dostoievski.

http://educacao.uol.com.br/biografias/fiodor-dostoievski.htm

7 – “Bagaceira” – José Américo de Almeida.

8 – “Rebeldes primitivos” – Eric Hobsbawn.

9 – Sobre o cangaço

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/fascinantes-facinoras

http://revistacult.uol.com.br/home/2011/08/o-gangster-do-sertao-2/

http://revistacult.uol.com.br/home/2012/04/livro-traz-fotos-ineditas-de-lampiao-e-seu-bando/

http://revistacult.uol.com.br/home/2011/02/visoes-originais-sobre-o-cangaco/

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742003000200012

http://www.direitoeliberalismo.org/hobsbawm-cangaco-e-metodo-historico/

10 – “Era dos extremos” – Eric Hobsbawn.

11 – “Tronco do Ipê” – 1871 – José de Alencar.

12 – “O sertanejo” – 1875 – José de Alencar.

13 – “O gaúcho” – 1870 – José de Alencar.

14 – “Jeca Tatu” – Monteiro Lobato.

15 – “O quinze” – Raquel de Queirós.

16 – “Menino de engenho” – José Lins do Rego.

17 – “Casa de pensão” – Aluísio de Azevedo.

18 – “A cidade e as serras” – Eça de Queirós.

19 – “Civilização” – Eça de Queirós.

 

Observação importante

Por questões técnicas, temporais, emocionais, tântricas e tecnológicas, o programa sobre “A cidade e as serras” será publicado nas próximas semanas. Enfim, mentimos. Mentimos fragorosamente. Todavia, Picasso nos ensina e abre a possibilidade de um perdão para nós quando afirma que “a arte não é a verdade. A arte é uma mentira que nos ensina a compreender a verdade.”.

 

Indicações

As indicações estarão na parte 2 deste programa.

 

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